My sweet 16




Sábado à noite senti-me de novo uma adolescente, confesso. Este senhor acompanhou as festas, noites de conversa, eu sei lá! De cada vez que se ouvia um slow o nervoso de ver quem ia dançar com quem. O desgosto amoroso que ao som de uma balada ainda era mais deprimente, mas no bom sentido (isso existe?). A alegria de todas sabermos as letras de toda e qualquer música (ainda sei). Os filmes que tinham a música certa no momento certo. A primeira vez que vi um concerto do Bryan Adams ao vivo, já deve ter sido há uns 10 anos no Pavilhão Atlântico. Eu e a L., lá fomos nós. Sábado, deitada depois de um dia estafante assisti ao concerto pela televisão. Bem sei que os anos têm passado e nota-se (nele e em mim!) e chamem-me foleira mas a única diferença que senti foi estar acompanhada pelo N. (e não podia ter melhor companhia!), que pacientemente ouviu - e ouviu-me - todo o concerto, e ainda se divertiu bastante (tenho quase a certeza) de me ver tão em pulgas com algo "tão lamechas". Mas nada de enganos, o sr também toca rock, e bem bom! Há coisas que nunca mudam, e eu adoro que assim seja.

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