Bem vindo Maio!

Abril águas mil

E este ano, Abril está a fazer jus ao provérbio. Pelo menos na Invicta. Farta, fartinha da chuva, do frio, das camisolas, da falta de sol.. Thank God it's the 30th of April, pode ser que a chuva também se vá. Tenho tido alguma sorte, quando tenho que andar ao ar livre não tem chovido, têm sido uns treinos sequinhos, pelo menos no que se refere à agua que cai do céu. Sei que já não tenho tempo para passar as tardes ao sol a lagartar, coisa imprescindível para repor energias, mas adormecer a ouvir a chuva e logo de manhã acordar com o mesmo som... só sabe bem se for numa casa com boa companhia, uma lareira acesa e um endredon enorme e quente. Tirando este último, não é bem o caso. Como nem tudo pode ser mau, quando chove à quarta à noite é sinal que vou dormir melhor. Aparentemente a noite dos estudantes começa à quarta por cá e no bar/ restaurante que existe no rés do chão do meu prédio o encontro é obrigatório, o fino indispensável e a bebedeira inevitável. Das duas uma, ou estava muito cansada ou choveu muito.. só às 3 da manhã é que ouvi uns grunhidos que rapidamente se silenciaram. Também já me posso estar a habituar... desde que eu durma a razão é quase irrelevante!

Crazy people.. do crazy things :)

Provavelmente a volta ao mundo está nessas paredes... qui çá!? Uma forma original de decoração e que não inutiliza os tenis (sapatilhas por estas bandas) totalmente.





Os sapatos não estão ali por acaso. Cada um representa aproximadamente seis meses de treinos, à volta de 1000 km. Muito asfalto, muito empedrado, alguma terra batita, algumas cidades, bastantes histórias. Visto a loucura* só ter tido início à uns 8 anos, apenas existem 16 sapatos do pé direito para embelezar as paredes. Caso contrário já poderiam ser quase 40... fazendo as contas.. não, não sou eu que faço esta colecção, mas pelos visto corre na família a dedicação ao desporto, né paizinho??
De salientar que o cheiro a chulé não se faz sentir...quem diria!
*Entenda-se por loucura iniciar uma colecção de tenis/ sapatilhas, e não o correr em si.

Começa a ser uma tradição


Ericeira - Anos Martinha