Muito sinceramente não sou fã de alimentar estas polémicas futebolísticas, que de futebol não têm nada a não ser os protagonizadores serem jogadores de futebol. No entanto, aqui vai. Não sei como é que este rapaz ainda não se tinha passado antes. Todos sabemos que com a fama vêm os papparazzi e todas essas telenovelas. Metade do que se lê é mentira, da outra metade metade não interessa e por aí fora. Que estejam envolvidos 94 milhões de euros numa transação de um jogador de uma equipa para outra entendo que se fale, mas se estão todos felizes eu também estou, na realidade a minha vida está igual ao que era. As 1001 meninas que lhe pasam pelas mãos tanto se me dá, as que passam mesmo aproveitem.. ou não! Outra coisa é perseguir uma pessoa fora do seu local de trabalho, quando este já disse tudo o que havia para dizer, já pediu uns dias de sossego com a família. Toda a situação é levada ao extremo quando a provocação é excessiva e propositava. Parece que à falta de notícias vale tudo para ter do que se falar. Aí sim, um murro, dois o que seja, que mostre o seu desagrado. Espanta-me é como é que este jovem (sim, porque a idade é tão parecida com a minha que só pode ser jovem) com as hormonas à flôr da pele, próprio da idade, ainda não se tivesse passado antes.
Minha é que a culpa não é!
Estava aqui a pensar no que de tão mau eu podia ter feito para de vez em quando ser assim. Deve ter sido noutra vida. Nem me interessa, não me posso remediar por algo que nem se sequer sei se fiz ou não. Então chego à conclusão, a culpa é tua. Depois de um fim de dia complicado, não só porque o trabalho foi quase até às nove da noite, mas porque me custa ter alguém de quem gosto chateado comigo e saber que não lhe passará tão cedo e ainda por cima por algo tão estúpido, entro tranquilamente no meu prédio como quem pensa, finalmente o meu canto, aqui ninguém me pode tocar, não deixo, e cheira-me a ti. Pelas escadas todas. O cheiro não engana, é mesmo teu e à medida que subo nada muda. Mas não és tu, thank God, é só o cheiro. A culpa é tua, deves estar a tentar desiquilibrar o sistema. Já não dá. E nem uma destas coisas me vai incomodar. Sai por favor, já te pedi mais que uma vez. Não insistas em aparecer de mansinho, como quem não quer a coisa, assim que sabes que eu virei a página. A culpa é de novo tua. É tão bom haver alguém em quem por culpas que não eu.
É assim, no momento em que te exorciso recebo um telefonema em como tudo começa a melhorar, pelo menos o documento único apareceu. A culpa era mesmo tua!
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