
Eu sou do tempo em que se tiravam fotografias em máquinas como esta. Agora sou do tempo em que é preciso palmilhar uma cidade inteira para ter nas mãos quatro quadradinhos seguidos. Eu gostava muito de repetir a experiência. Entrar para trás da cortina, ajustar o banco, centrar-me, esperar, fazer cara de que nunca mais e de repente puff! o flash e meio segundo para rir para o próximo e esperar que tudo corra bem.
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