Queria um sacro novo, por favor

Este já me chateia há uns tempos. Andou sossegado e agora voltou à carga. O WOD de sábado, que demorou uns míseros 63 minutos a completar, deixou as suas marcas. Há para aqui um ligamento inflamado e eu não sei como é que o inflamei. Só para não repetir. Tenho uma ideia do que seja, mas nada de certezas. O que é certo é que o sacro fica como que invertido e dói. Dói que se farta! Ou seja, hoje foi dia de estaleiro, também conhecido como fisioterapia. Estou bem melhor mas a coisa ainda cá anda... amanhã há mais e com treino, se tudo correr bem!

Curioso..

Eu achava que em Janeiro havia uma montanha de pessoas a fazer anos. Porque há, ou então a minha família nasceu toda em Janeiro e faz-me acreditar que é isso. Depois realizei que Maio é um mês também recheado de nascimentos. E agora vem Novembro! Este Novembro descobri que há muitas pessoas a festejar em Novembro o seu dia. Ora isto começa a desfazer a minha crença que Janeiro é que é. Querem ver que as pessoas estão repartidas pelos 12 meses equitativamente??

Actividade física.. ou não.


 O treino de domingo tem sido corrida. Uma hora, mais um bocadinho, menos um bocadinho (e estou a ficar mais rápida, é interessante!). Por várias razões, porque me sabe bem, porque preparo umas provas de que aí vêm, porque faz bem. Porque quero. Hoje lá fui eu, pela Foz fora. Um sol maravilhoso, um frio que custava a respirar e mais e mais pessoas a caminharem e a aproveitarem, crianças de bicicletas, de patins ou só a brincar. Dá gosto. Agora, se por um lado vejo muitas pessoas a praticarem actividade física por outro ir andar de saltos altos não me parece que se englobe. Andar de saltos altos gravidíssima parece-me englobar-se menos ainda. Será que dá realmente jeito? Eu certamente nunca o saberei, já assim não ando num domingo de manhã de saltos que fará grávida!

Final feliz

O mundo precisa de acreditar em finais felizes. E eles existem! AQUI um vídeo de um lutador que nasceu apenas com 15 semanas (idealmente, é suposto nascerem a partir das 38). E a força de uma mãe que, imagino, nunca deve ter desistido. Não pode ter sido fácil. 107 dias nos cuidados intensivos de neonatologia.