Sweet


A fome no mundo

Tive hoje uma aula muito interessante, eu assim achei, sobre a fome no mundo. A fome em Portugal. Não há para já soluções a serem empregues, bem sei. Mas foi um tema interessante, que gerou debate. Sou defensora que os nutricionistas têm também como papel fundamental educar a população a realizar melhores e mais conscientes escolhas alimentares. Mas não sou ingénua ao ponto de achar que isso baste. O desperdício de uns não é, por regra, o alimento de outros. O excesso que se serve nos pratos nos EUA não vai directo para o prato dos meninos em África (infelizmente). Sou, em princípio (porque não estudei a fundo mesmo a matéria),a favor de regulamentação. Atenção, isto não é só um problema de obesidade. É um problema económico, é um problema ambiental, é um problema de sustentabilidade. E é um problema de má distribuição dos recursos. E se uns só querem saber dos lucros, outros devem regulamentar o mercado. Pelo bem da humanidade, do planeta, de cada um de nós e do futuro. Há, segundo consta, 1,5 biliões de obesos no mundo para 843 milhões de pessoas com fome (menos de 1800 kcal por dia disponíveis). Parece-me que a comida existe sim, está é muito mal distribuída.

It deserves..


E a verdade é como o azeite. Vem sempre ao de cima. Até quando é possível não se falar sobre algo que quase todos sabem? Durante quanto tempo é possível fingir que não se está a enganar? E se eu souber algo que pode mudar a vida de uma pessoa? Há coisas que preferia não saber..

Li. Fez-me sentido. Copiei.

1. If you like someone, wait.
2. Give lots of compliments, even if you’re shy. Everyone else is too.
3. Change. Get a haircut, try new perfume, get new sheets. Become better than you were before.
4. Eat healthier. Learn to cook something fancy.
5. Get up earlier and watch the sun come up.
6. Wear soft clothes, take a bath, drink something warm.
7. Meet someone new, even just a friend.
8. Become closer with your friends and your family. Call your mother. Cry with your best friend. Tell everyone how much you appreciate them.
9. Keep your room clean. Buy some candles. Let the natural light in.
10. Make a list of reasons why you’ll be better off without them. Believe they are true, because they are.
11. Listen to new music.
12. Write everything you’re thinking and feeling. Write letters. Write happy letters, sad letters, and angry letters, even if you’re never going to send them.
13. It’s okay to be sad, but not forever. Sadness is not as beautiful as music makes it seem. Lack of sleep makes your eyes droopy, not deep. Wake up every morning and tell yourself you’re going to have a good day.
14. Go to the library. Don’t forget to look in the music section.
15. Remove them from your life. Get rid of the things they gave you if they make you sad. They’re not worth it. You will never be happy if you continue to hold on to the things that make you sad.
16. Make new memories.
17. Try to find something to appreciate in everything you do or experience.
18. Being alone is okay, you don’t have to surround yourself with people.
19. Become your own best friend. Buy yourself coffee and drink it alone in a cafe. Take your time.
20. Learn to love every bit of yourself.

DAQUI

Já todos pássamos por lá, ou não

Quem me mandou a mim tirar um segundo curso? Eu! Com muita força da minha mãe, é certo. Mas não me imaginava a trabalhar a vida toda em algo que não me dizia nada, literalmente. Sorte a minha que pude. Mas quem me avisou que ia ter que lidar com os miúdos? Ninguém. E é asim que constato, a meio desta semana, que já estou mesmo sem paciência. Sem paciência nenhuma para a arrogância e desprezo, próprios da idade, mas ainda assim irritantes. Talvez também eu tenha sido assim, acho que não, muito menos neste caso concreto. Mas enfim, elas lá hão de chegar aos 30 e ver que quando tinham 21 afinal não sabiam tudo nem tinham assim tantas certezas das suas certezas.