Ela olhou-o nos olhos.
- Tranquiliza-me Frank, não vamos apaixonarmo-nos, não achas?
Ele fez que se engasgava:
- Estás doida ou quê?
- Ah! Assustaste-me.. Já fizemos tantas asneiras, tu e eu...
- Mais uma menos uma...
- Não, eu não penso assim.
- Ah não?
- Não. Podemos ir para a cama, brindar, passear, andar de mão dada, se quiseres, mas... não nos apaixonemos... por favor...
- Está bem. Tomo nota.
Levaram o seu tempo, desta vez, e depois de cada um cair para seu lado, Frank dirigiu-se ao tecto:
- Está bem , Camile, nunca te amarei.
- Obrigada Frank. Eu também não.
..."
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