Edge of Darkness


Fui ver este filme. Apesar de a história se basear no facto da filha morrer primeiro que o pai (acontece logo nos primeiros minutos, não estou a desvendar nada), o que me veio ao pensamento o filme todo foi algo que me lembro de vez em quando e que me assusta. Algo que ponho numa caixinha bem lá ao fundo da minha massa cinzenta. Pensar e se o contrário me acontece? E se do nada o meu querido pai some, desaparece, assim do nada, sem aviso? Não pode ser, não estou preparada (é suposto estar algum dia?). Mas o pensamento persegue-me.. e penso como, em que situação, que reacção. Uma coisa é certa, batia mal. Era bem capaz de descompensar durante uns tempos, até eventualmente voltar ao normal, conformar-me. Porque sou assim. Não quero pensar. Mas penso. Por isso, por favor, nestes dias de viagem de mota é favor manter-me a par da situação, um "cheguei", chega-me. Só preciso de um sinal que o dia acaba como previsto, no que se refere a este assunto. Obrigada.

1 comentário:

Pedro Oliveira disse...

Vou falar com o teu velho, meu, e fica descansada que ele te avisa das voltas dele. E vou dizer-te uma coisa. É que pelo que eu o conheço, ele nunca se esquece de ti, chavalinha. Neste e nos outros mundos todos. Ksss